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DIU de cobre X DIU hormonal

O laser vaginal é um procedimento minimamente invasivo usado na ginecologia para tratar alterações na vagina que podem impactar a qualidade de vida da paciente. Nos últimos anos, ele passou a integrar as opções de tratamento para mulheres com queixas íntimas como dor na relação e mais.

Mas, afinal, quando ele é realmente indicado e como funciona? Confira as respostas para estas e mais perguntas comuns sobre o procedimento.

Laser vaginal: o que é, para quem é e mais

O laser vaginal usa energia térmica fracionada para estimular a produção de colágeno pelas células da mucosa vaginal. O calor controlado gera microestímulos que favorecem o espessamento dessa pele, melhora da vascularização e aumento da elasticidade, algo muito benéfico para, por exemplo, mulheres que estão na menopausa.

Esse procedimento é realizado no consultório, sem necessidade de cortes, internação e sem a necessidade de anestesia. Para realizá-lo, o médico insere um aplicador no canal vaginal, e ele é responsável por liberar pulsos controlados de energia.

A sessão dura poucos minutos e a paciente costuma retomar as atividades normais no mesmo dia. Em geral, ele é bem tolerado, com relatos de leve sensação de calor durante a aplicação.

É importante, aqui, destacar que o procedimento não é uma proposta meramente estética. Embora ele promova rejuvenescimento vaginal, sua indicação está relacionada à melhora da função e ao conforto íntimo.

Indicações do laser vaginal

A indicação desse procedimento sempre parte de avaliação ginecológica individualizada. Mulheres costumam buscar o médico e ser encaminhadas ao laser vaginal por queixas como:

  • Ressecamento vaginal
  • Dispareunia (dor na relação sexual)
  • Sensação de ardor, coceira ou desconforto íntimo
  • Incontinência urinária leve
  • Sensação de flacidez vaginal

As causas desses sintomas são variadas. Menopausa e vagina seca, por exemplo, têm muito a ver, porque a redução do estrogênio que ocorre nesse período afina a mucosa vaginal, reduzindo a lubrificação e gerando maior sensibilidade local, conforme explico no vídeo abaixo:

Laser vaginal ou tratamento hormonal: qual é a diferença?

Diversas diretrizes internacionais, como o da North American Menopause Society (NAMS) consideram a terapia hormonal tópica a primeira linha de tratamento para ressecamento vaginal quando ele é uma consequência da menopausa. Essa terapia, no entanto, atua na reposição hormonal, enquanto o laser vaginal não envolve hormônios.

O papel do laser vaginal é diferente. Ele estimula a regeneração do tecido usando calor, criando uma alternativa para mulheres que não podem fazer terapia hormonal ou continuam com desconforto mesmo em meio ao tratamento.

Recuperação e orientações pós-procedimento

Como o laser vaginal é feito na clínica, sem precisar de cortes ou anestesia, a recuperação costuma ser simples. Nos dias após o procedimento, a mulher pode sentir leve ardor, inchaço discreto e aumento de corrimento transparente.

Após a sessão, recomenda-se:

  • Evitar relações sexuais por alguns dias
  • Manter a higiene íntima habitual, deixando a região limpa e seca
  • Evitar banho de piscina, mar e banheira por alguns dias
  • Suspender temporariamente o uso de cremes ou lubrificantes vaginais, conforme orientação do médico ginecologista

Após a recuperação, a mulher deve perceber melhora no desconforto durante o sexo. Essa melhora tende a ser progressiva e pode durar meses, mas essa duração varia entre pacientes a depender das características individuais de cada uma.

Acompanhamento especializado é a chave

Embora a aplicação do laser íntimo feminino seja segura quando bem indicada, ela não substitui a avaliação ginecológica. Isso porque sintomas como ardor, dor na relação e outras queixas quanto à saúde íntima da mulher podem ter diversas causas. Infecções e outros distúrbios precisam ser resolvidos de outras estratégias que podem ir desde medicamentos até a cirurgia íntima feminina.

Contar com um ginecologista e mastologista em São Paulo, com experiência em cuidado integral da saúde da mulher, faz toda a diferença para tornar essa fase mais leve. Se você procura ginecologista na Zona Norte de SP, um espaço para tirar suas dúvidas ou uma clínica para realizar o laser vaginal em SP, marque sua consulta!

Mais sobre laser íntimo

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1Para quais sintomas o laser vaginal é indicado?
O procedimento é indicado principalmente para ressecamento vaginal, desconforto íntimo persistente, sintomas de atrofia vaginal, dor na relação sexual e incontinência urinária leve. Em geral, esses sintomas afetam mulheres que estão na menopausa, grupo que pode se beneficiar muito do laser.
2O laser vaginal dói ou exige afastamento das atividades?
Esse procedimento pode provocar leve desconforto ou sensação de calor durante a realização. Ele não exige afastamento das atividades habituais, apenas a recomendação de evitar relações sexuais, banhos de mar, piscina e banheira durante alguns dias.
3Quantas sessões de laser vaginal são necessárias para ver resultados?
A quantidade de sessões varia conforme o quadro da paciente. Em geral, indicam-se três sessões com intervalo de 30 a 40 dias, e a melhora tende a ser progressiva após as primeiras aplicações.

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