A saúde ginecológica exige acompanhamento constante. Consultas regulares e orientação individualizada ajudam a prevenir doenças, equilibrar o ciclo menstrual e escolher o melhor método contraceptivo de acordo com o momento de vida da mulher.
Hoje, a contracepção evoluiu muito além das pílulas. Os métodos de longa duração, como o DIU e o implante hormonal, oferecem praticidade, segurança e conforto — sem a necessidade de uso diário e com excelente eficácia.
A importância das consultas de rotina
As consultas ginecológicas de rotina permitem avaliar o funcionamento do ciclo menstrual, investigar sintomas como **cólicas intensas, sangramentos irregulares, [fluxo menstrual aumentado](https://www.mayoclinic.org/diseases-conditions/menorrhagia/symptoms-causes/syc-20352829#:~:text=Quando consultar um médico,Sangramento vaginal após a menopausa.)** ou alterações hormonais e identificar precocemente doenças como miomas, cistos e endometriose.
Durante a consulta, também é o momento ideal para discutir as opções contraceptivas e tirar dúvidas sobre efeitos, indicações e tempo de duração de cada método.
Orientação contraceptiva personalizada
A escolha do método ideal depende do perfil e dos objetivos de cada mulher. É importante realizar uma avaliação detalhada, levando em conta idade, histórico de saúde, planos reprodutivos e preferências pessoais, para indicar a opção mais adequada.
Entre os principais métodos é possível destacar:
- Pílulas combinadas ou de progesterona: atuam com hormônios que inibem a ovulação. São eficazes, mas exigem disciplina diária, pois esquecer de tomá-la pode prejudicar sua eficácia. Podem causar pequenos efeitos colaterais, avaliados caso a caso.
- Anel vaginal: libera hormônios localmente e é trocado mensalmente. Indicado para quem busca praticidade sem doses diárias.

O anel vaginal pode ser indicado pelo ginecologista como método contraceptivo não hormonal.
- Adesivo hormonal: aplicado na pele, libera hormônios de forma contínua e é trocado semanalmente. Facilita a rotina, mas pode causar irritação local em algumas mulheres.
- Injetáveis mensais ou trimestrais: injeções hormonais que dispensam o uso diário. Ideais para quem tem dificuldade de lembrar da pílula, mas não quer alternativas de longa duração, como o DIU.
- Preservativos e métodos de barreira: além de sua função contraceptiva, são indispensáveis para prevenção de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). Devem ser usados em associação a outros métodos quando o objetivo é também evitar doenças.
- Métodos de longa duração (LARC): altamente eficazes, não dependem da lembrança diária e são reversíveis. A sigla vem do termo em inglês Long-Acting Reversible Contraceptives, que significa contraceptivos reversíveis de longa duração. Incluem DIU e implantes subdérmicos.
O que existe além das pílulas
Entre os principais métodos de longa duração estão:
DIU hormonal (como Mirena e Kyleena)
Método de longa duração (5 anos), que libera pequenas doses de hormônio localmente. Reduz o fluxo menstrual e cólicas, sendo ideal para quem busca conforto e menor variação hormonal sistêmica.

DIU de cobre
Livre de hormônios, atua alterando o ambiente uterino e impedindo a fecundação. Tem duração média de 10 anos e é uma ótima opção para mulheres que preferem métodos não hormonais. Como ponto negativo, pode aumentar o fluxo menstrual.
Implante hormonal (Implanon)
Pequeno bastonete inserido sob a pele do braço, que libera hormônio de forma contínua por até 3 anos. Altamente eficaz e prático, é indicado para quem busca confiabilidade e comodidade no controle contraceptivo.
Os métodos contraceptivos de longa duração podem ser colocados em consultório, com anestesia local, de forma rápida e segura ou em centro cirúrgico, sob sedação.
Controle do fluxo menstrual aumentado
O sangramento menstrual excessivo pode indicar alterações hormonais, pólipos ou miomas. Além de desconfortável, pode causar anemia e impactar a rotina da mulher.
O tratamento depende da causa, mas pode incluir hormonioterapia, DIU hormonal, histeroscopia cirúrgica ou outros procedimentos minimamente invasivos, sempre com foco em preservar o útero e aliviar os sintomas.
Sangramento menstrual aumentado: é incômodo, mas tem solução!
Como o Dr. Ivan Piotto pode ajudar
CRM-SP 163247 | RQE 118025 | RQE 118025
Ginecologista e mastologista formado pela Santa Casa de São Paulo, com título de especialista pela Sociedade Brasileira de Mastologia, o Dr. Ivan Piotto é referência em saúde feminina e contracepção moderna.
Atende em Santana, Zona Norte de São Paulo, oferecendo um cuidado completo — da orientação contraceptiva aos procedimentos cirúrgicos e de colocação de dispositivos intrauterinos.
Seus diferenciais incluem:
- Avaliação individualizada para indicação do método ideal;
- Experiência em colocação de DIU e implantes hormonais;
- Atendimento acolhedor e educativo, que promove autonomia e confiança;
- Acompanhamento contínuo, com foco em prevenção e bem-estar.
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FAQs – Perguntas Frequentes
Qual é o melhor método contraceptivo?
Depende de cada mulher. O ginecologista avalia o histórico de saúde, estilo de vida e preferências para indicar o método mais adequado — seja hormonal, não hormonal ou de longa duração.
A colocação do DIU dói?
A colocação é rápida e pode causar leve desconforto, semelhante a cólica menstrual. Pode ser feita em consultório, com anestesia local.
O DIU ou o Implanon interferem na fertilidade?
Não. Após a retirada, a possibilidade de engravidar costuma retornar rapidamente, permitindo que a mulher engravide naturalmente se desejar.

