LogotipoLogotipoLogotipoLogotipo
  • Home
  • Formação
  • Atendimento
    • Cirurgia Ginecológica e Laser Vaginal
    • Consultas de Rotina e Contracepção
    • Rastreamento e Diagnóstico do Câncer de Mama
    • Tratamento do Câncer de Mama e Cirurgia Reconstrutiva
  • Blog
  • Contato
Agendar consulta
✕

DIU de cobre X DIU hormonal

Escolher um método contraceptivo é uma decisão importante dentro do cuidado com a saúde da mulher, pois envolve fatores como estilo de vida, planejamento reprodutivo e histórico médico. Entre as opções disponíveis atualmente, o DIU de cobre se destaca por trazer proteção prolongada contra gestações indesejadas, e sem usar hormônios para isso.

Mas, afinal, como esse dispositivo age no organismo, quanto tempo dura e quais são os possíveis efeitos colaterais? Entenda esse e outros pontos abaixo:

DIU de cobre: o que é e como funciona

O DIU de cobre é um pequeno dispositivo em formato de “T” que é inserido dentro do útero por um ginecologista durante um procedimento simples feito em consultório. Ele está entre os métodos contraceptivos de longa duração, pois permanece no útero por vários anos e oferece proteção contínua.

Ele funciona porque o cobre libera íons dentro do útero, e isso provoca uma reação inflamatória local controlada. Dessa forma, o ambiente se torna “tóxico” para os espermatozoides – e, como consequência, eles têm dificuldade de sobreviver e se movimentar.

Como o que promove a contracepção nesse dispositivo é o cobre, esse DIU é um contraceptivo sem hormônio. Sendo assim, ele é uma alternativa para mulheres que precisam ou querem evitar métodos hormonais.

Estudos indicam que a eficácia do DIU de cobre fica em torno de 99% quando o dispositivo está posicionado corretamente. Ele pode ser utilizado em diferentes fases da vida reprodutiva, desde que não haja contraindicação clínica e que a paciente faça avaliação ginecológica adequada.

DIU hormonal e de cobre: quais as diferenças

Entender a diferença entre DIU hormonal e de cobre é fundamental para escolher o método contraceptivo mais adequado.

O DIU de cobre não contém hormônios e atua principalmente a partir da liberação de íons de cobre que alteram o ambiente do útero, dificultando a permanência dos espermatozoides. Como consequência, a fecundação se torna improvável.

Já o DIU hormonal (como o DIU Mirena) libera pequenas quantidades de progesterona sintética diretamente no útero. Esse hormônio engrossa o muco cervical, dificultando a passagem dos espermatozoides. Em muitas mulheres, ele também reduz o fluxo menstrual.

Mulheres que preferem evitar hormônios tendem a se beneficiar do dispositivo de cobre, enquanto as que têm fluxo intenso podem, em alguns casos, se adaptar melhor ao DIU hormonal.

Quem pode usar DIU de cobre

O DIU de cobre pode ser indicado para mulheres que buscam um método contraceptivo eficaz e de longa duração sem necessidade de lembrar de tomar medicamentos diariamente. Ele costuma ser a opção especialmente para mulheres que:

  • Querem um método contraceptivo sem hormônio
  • Buscam um método reversível e de longa duração
  • Têm contraindicações ao uso de hormônios
  • Querem praticidade no planejamento reprodutivo
  • Querem engravidar futuramente

Efeitos colaterais do DIU de cobre

Dúvidas frequentes sobre esse dispositivo costumam incluir se o DIU de cobre aumenta o fluxo menstrual ou piora as cólicas. De fato, algumas mulheres podem perceber aumento do sangramento e maior intensidade das cólicas, principalmente nos primeiros meses após a inserção.

Isso acontece porque o mecanismo de ação do dispositivo envolve uma reação inflamatória local no útero devido ao cobre. Essa inflamação faz parte do efeito contraceptivo, já que é por conta dela que os espermatozoides não sobrevivem. No entanto, ela também pode levar a alterações como sangramento mais intenso ou prolongado.

Com o passar do tempo, no entanto, a maioria das pacientes percebem a diminuição desses sintomas conforme o organismo se adapta ao dispositivo. Ainda assim, pacientes que já têm fluxo menstrual muito intenso ou cólicas severas devem discutir cuidadosamente com o ginecologista se esse método é a melhor opção.

Abaixo, explico mais sobre sangramento menstrual aumentado e as possibilidades relacionadas à condição:

Como o DIU é colocado

A inserção do DIU é um procedimento relativamente rápido, feito em centro cirúrgico por um médico ginecologista, sob sedação. Dessa forma, o procedimento se torna mais confortável, pois a paciente não sente dores durante o procedimento.

Após a inserção, a paciente pode ter cólicas leves ou pequenos sangramentos nas primeiras horas ou dias, sintomas que geralmente desaparecem espontaneamente.

Avaliação ginecológica e a escolha do método

A escolha pelo método contraceptivo é feita em parceira entre o médico e a paciente, levando em conta as características individuais de cada mulher, como intensidade do fluxo menstrual, histórico de cólicas e presença de doenças ginecológicas.

Por isso, a avaliação com um ginecologista é fundamental para discutir as diferentes opções disponíveis e entender qual delas se adapta melhor ao perfil da paciente. Durante a consulta de rotina ginecológica, o especialista pode explicar as diferenças entre os métodos, esclarecer dúvidas sobre efeitos colaterais e avaliar as contraindicações.

Sobre o Dr. Ivan Piotto

O Dr. Ivan Piotto é ginecologista e mastologista em Santana, na Zona Norte de São Paulo, com formação pela Santa Casa de São Paulo e atuação voltada à saúde da mulher, orientação contraceptiva, colocação de DIU, tratamento de sangramento menstrual e acompanhamento das doenças da mama. Conheça mais aqui.

Mais dúvidas comuns sobre DIU de cobre

This is the title

1O DIU de cobre dói para colocar?
A inserção do DIU pode causar cólicas ou desconforto momentâneo, algo semelhante às dores da menstruação. Em geral, o procedimento é rápido e feito em centro cirúrgico, com sedação e toda a assistência que visa o conforto da paciente.
2O DIU de cobre aumenta o fluxo menstrual permanentemente?
Algumas mulheres notam aumento do fluxo ou cólicas nos primeiros meses após a inserção. Na maioria dos casos, esses sintomas diminuem com o passar do tempo.

Artigos Relacionados

Sangramento menstrual aumentado: quando é normal e quando investigar?


Leia mais

Laser vaginal: quando é indicado e como ajuda no ressecamento e dor íntima


Leia mais

Histerectomia: indicações, tipos de cirurgia, riscos e recuperação


Leia mais

Menu

Home
Sobre
Atendimento
Blog
Contato
1
Dúvidas? Entre em contato!

Agende sua consulta

(11) 2950-6021

ivan.piotto.00@gmail.com

R. aluisio azevedo, 175
Santana – Sao Paulo – SP

© 2021 Dr. Ivan Piotto. All Rights Reserved.
    Agendar consulta